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Quando é que devemos utilizar elementos multimédia?

Devemos utilizar esse tipo de elementos sempre que seja necessário um interface que conecte um utilizador humano a qualquer tipo de informação electrónica. Os diferentes média proporcionam experiências sensoriais diversas, que atraem e mantêm a atenção do utilizador. Este tipo de apresentação é muito utilizada por empresas, como forma de publicitar os seus catálogos ou a sua gama de produtos e/ou serviços. No ensino, estes dispositivos também têm sido bastante explorados, como forma de cativar os estudantes e de os atraír para uma aprendizagem activa e baseada na interactividade. Também em casa estamos constantemente rodeados de dispositivos multimédia, que nos são fornecidos através da televisão ou da Internet, bem como de consolas de jogos, por exemplo. Na rua também estamos também constantemente em contacto com este tipo de dispositivos, nas estações de metro e nas caixas Multibanco, por exemplo.

Qual é a melhor forma de armazenar e divulgar projectos multimédia?

Se quiseremos armazenar e divulgar um projecto online damos ao utilizador a possibilidade de aceder à informação dada sem a ter necessariamente gravada no seu disco e em qualquer lugar onde se encontre, desde que saiba o endereço do website onde o projecto se encontra. Este método de divulgação abrange um leque muito alargado e muito variado de público e é de mais fácil divulgação. Contudo, o armazenamento de ficheiros na Internet é limitado. Os ficheiros multimédia são geralmente pesados, o que dificulta o seu acesso, tornando o seu visionamento demasiado moroso. Assim, a solução é armazenar ficheiros mais leves, porém com menos qualidade.

A solução, para quem privilegia a qualidade é a criação de um CD/DVD-ROM, ou o armazenamento noutro tipo de dispositivos, como discos externos. Assim, o acesso aos documentos é facilitado e a qualidade pode ser a mais elevada, devido à sua ampla capacidade de armazenamento. Actualmente, o CD/DVD-ROM é muito utilizado por cumprir as exigências de custo-qualidade e é bastante útil na indústria da música e do entretenimento, por ser um meio que fornece vídeo e música de alta qualidade, bem como outras ferramentas como a possibilidade de interacção e edição por parte do utilizador ou a criação de menus interactivos, para filmes e jogos, por exemplo. Outra vantagem do CD/DVD-ROM é o facto de o utilizador ler o disco em tempo real, através do processador interno do computador, não estando dependente da velocidade de um modem. No que respeita ao som, este reproduz fielmente os sistemas stereo e surround, e permite compressões de alta qualidade, bem como no que diz respeito ao vídeo. Contudo, este método é a limita o público, que se restringe apenas aos utilizadores a quem é distribuído o CD/DVD-ROM, bem como a necessidade de o transportar para ter acesso às informações nele contidas.

E no que respeita à interactividade, esta pode nem sempre ser útil, concordas?

Sim. Se há casos em que o utilizador não quer estar apenas limitado a receber informação, mas quer também interagir com o dispositivo, há outros em que a interactividade pode complicar o processo de transmissão dessa mesma informação.

Os métodos lineares (não-interactivos) fornecem a informação rapidamente, sem que o utilizador a possa editar nem alterar a sua sequência, direccionando-a para o que mais lhe interessa. Tal método pode ser monótono para o receptor e pode prejudicar a sua apreensão da mensagem transmitida, por lhe ser atribuído um papel de mero assistente.

Por outro lado, o métodos não-lineares (interactivos) permitem ao utilizador controlar o desenrolar da acção, atribuindo-lhe o factor entretenimento. Contudo, este método pode também não ser viável, por poder tornar a interacção demasiado confusa, podendo ocorrer perdas de informação.